Sobre a crise no governo Temer

Já que Temer diz que não vai renunciar, temos três cenários previsíveis:

1- O TSE cassa a chapa Dilma-Temer;
2- O Congresso aprova o impeachment do peemedebista;
3- Nada acontece, e Temer fica até 2018.

O cenário da cassação da chapa, que parecia impossível, agora ganha força, com alguns ministros que seriam a favor da permanência de Temer já sinalizando que podem mudar o voto.

Um novo impeachment só se viabilizaria se as manifestações convocadas para o próximo domingo forem tão ou mais volumosas como as que pediram o impeachment da Dilma. Acho difícil.

Nos dois casos em que Temer deixa o Planalto, a Constituição manda realizar eleição indireta em 30 dias. Teríamos aí dois subcenários: a eleição de um político de consenso (que provavelmente agradaria ao Congresso, mas não à população) ou a de uns dos chamados integrantes do “Partido da Justiça”, dos quais os ministros do STF Gilmar Mendes e Cármen Lúcia parecem ser os mais evidentes, a julgar pelo noticiário. Eu, particularmente, prefiro o nome de Ayres Britto, ex-ministro do STF, cuja figura me é, digamos, mais palatável que a dos outros dois ministros supracitados.

Outra saída dificil, embora altamente desejável, é a aprovação da PEC que antecipa a eleição presidencial de 2018 para 2017. Difícil por dois motivos: primeiro, condicionaria a Justiça Eleitoral a realizar uma eleição em nível nacional num tempo recorde – a informação de técnicos do TSE é que seriam necessários pelo menos 90 dias para preparar o pleito. Segundo, o leque de opções atuais no cenário político patina entre o ruim (Marina, Ciro e Dória) e o péssimo (Alckimin, Bolsonaro e Lula, só para citar os mais evidentes). O risco de uma escolha popular na base da emoção pode prolongar a crise brasileira por mais quatro longos anos.

Na eventual permanência de Temer até 2018, teremos um governo fraco, que não terá condições nem de aprovar as reformas que lhe são tão caras, como a famigerada Reforma da Previdência.

Textão para pensar

O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.

Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.

Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.

E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.

Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: há uma carreira sólida? Há imóveis quitados? Há aplicações no banco? Há reconhecimento no meio de trabalho? Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.

E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?

Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevolei.

Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?

Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?

Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem?

Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?

Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas felizes? Será que sucesso é ter dinheiro sobrando e tempo faltando ou dinheiro curto e cerveja gelada? Apartamento fantástico e colesterol alto ou casinha alugada e horta na janela? Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?

Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo.

Por Ruth Manus

Poesia de Natal

Enfeite a árvore de sua vida
com guirlandas de gratidão!
Coloque no coração laços de cetim rosa,
amarelo, azul, carmim,
Decore seu olhar com luzes brilhantes
estendendo as cores em seu semblante
Em sua lista de presentes
em cada caixinha embrulhe
um pedacinho de amor,
carinho,
ternura,
reconciliação,
perdão!
Tem presente de montão
no estoque do nosso coração
e não custa um tostão!
A hora é agora!
Enfeite seu interior!
Sejas diferente!
Sejas reluzente!

(Cora Coralina)

Mensagem pelos sírios em Aleppo

Textão circulando no Facebook…

Fale sobre Aleppo. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano? Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS. Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante. Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos. A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio. Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados! Fale sobre Aleppo, por favor.

COPIE E COLE!!
#prayforAleppo 🙏🏼😔🇸🇾
Por: Hanan Amin Alkaram

#VotoConsciente

Nesta quinta-feira, 29 de setembro, rola o tuitaço #VotoConsciente, uma parceria entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério Público Federal para divulgar informações sobre a votação, a apuração e a fiscalização por parte dos cidadãos e eleitores.

Como influenciadores no Twitter, teremos a oportunidade de promover o debate sobre a importância do voto consciente nas Eleições Municipais de 2016.

O objetivo do “tuitaço” não é atacar nem defender determinado partido ou candidato, mas levar ao eleitor informações de utilidade pública: mensagens de cidadania, quais os canais de denúncia de crimes eleitorais e disseminação da ideia do voto consciente para a escolha de prefeitos e vereadores.

O tuitaço começa a partir das 17 horas de quinta-feira (horário de Brasília). Participe!

Buenos Aires

AbreBuenosAires

Passarei este fim-de-semana em Buenos Aires, onde uma amiga minha vai se casar. Além de conhecer os encantos da capital da Argentina, terei a oportunidade de acompanhar um casamento judaico.

Naturalmente, a viagem e o casamento renderão fotos nos meus perfis no Facebook, no Instagram e no Flickr, além de vídeos nos meus canais no YouTube e no Vimeo.

Também farei cobertura “em tempo real” (ou quase) pelo Snapchat (username: alexandregsena). E, se a conexão wi-fi permitir, devo fazer um Periscope direto do hotel na madrugada de sábado para domingo, contando sobre os passeios pelo centro da cidade.

A viagem também será tema da edição 10 do Alexandre Sena Show, que irá ao ar no próximo dia 29.

Tchau, querida!

O que esperar de um gestor de temperamento difícil, que se indispõe com meio mundo, cria inimigos em tudo quanto é canto, age despoticamente, não ouve conselhos de assessores e nunca reconhece seus próprios erros?

Em qualquer empresa ou organização, esse tipo de líder só permanece no poder se for bom, mas muito bom de serviço. Ainda assim, certamente não vai ser das pessoas mais queridas e admiradas entre seus pares.

E quando além de cabeça-dura, é ruim de serviço? É lógico que uma pessoa assim não dura muito tempo no poder, até por questão de auto-sobrevivência da empresa ou organização. Maus gestores podem levar uma empresa à falência. Maus gestores com temperamento difícil podem, também, levar os colaboradores e subordinados à loucura.

É com essa analogia, aparentemente simplista, mas muito eficaz, que devemos analisar o ocaso de Dilma Rousseff. Não há por que nos prendermos a subjetivismos quanto ao temperamento peculiar da (ainda) mandatária do Planalto. Sejamos objetivos: o governo dela foi ruim. Uma administração ruinosa, que acabou com o legado positivo de 16 anos dos mandatos de FHC e Lula. E que acabou com a reputação deste último, que saiu do governo aclamado nacional e internacionalmente, mas hoje frequenta mais o noticiário policial do que o político.

Não há como deixar de creditar a Lula grande parte do engodo que foi a administração Rousseff. Foi ele, lá em 2010, que vendeu aos eleitores a imagem de “gerentona” competente daquela mulher que nunca disputou um cargo eletivo sequer. Cansados das mesmices eleitoreiras, boa parte da população embarcou na ideia da “novidade”: uma pessoa que nunca seguiu carreira política estaria supostamente descontaminada das mazelas éticas que permeiam o ambiente político. E o que era melhor: com o “carimbo Lula de qualidade”, num momento em que o então presidente surfava nos mais altos índices de popularidade.

Tecnicamente falando, Dilma Rousseff falhou justamente nas áreas que ela domina mais: além de economista, é especialista em gestão do setor elétrico. Uma série de decisões mal tomadas e um prognóstico errado quanto à queda no preço das commodities brasileiras, causada pela desaceleração da economia da China a partir de 2011, fizeram engrossar o caldo da crise. A equipe econômica de Dilma apostou que a debacle das commodities era passageira e danou a lançar medidas de estímulo ao consumo, com redução de taxas de juros e isenções diversas. Com um viés “desenvolvimentista” um tanto démodé, o governo Dilma se assemelhou muito ao do ex-presidente militar Ernesto Geisel, apostando em grandes obras tocadas pelo Estado como elemento propulsor do desenvolvimento econômico. Uma vez que a China não recuperou o ritmo de sua economia, causando uma desaceleração econômica em quase todo o mundo, as medidas adotadas no Brasil foram se tornando cada vez mais insustentáveis. Somaram-se a isso medidas populistas de contenção dos preços dos combustíveis e das tarifas de energia elétrica, entre 2012 e 2014, aumentando o déficit das finanças públicas. Por conta dessas irresponsabilidades, o país viria a pagar uma conta muito salgada a partir de 2015.

Com alta nos preços nos supermercados, aumento inesperado de tarifas públicas, obras de mobilidade urbana prometidas e não entregues, além dos já tradicionais escândalos de corrupção, a população explodiu em fúria às vésperas da Copa das Confederações, em 2013. Foi ali que o governo Dilma Rousseff começou a ruir, embora muitos analistas, por mais que se esforçassem, não conseguiram ter a percepção exata de até onde a crise de confiança da população no governo e nos políticos iria chegar. Quem seriam os alvos? A direita? A esquerda? Alguém se salvaria?

Politicamente, o erro capital do PT foi ter apostado num segundo mandato de Dilma Rousseff, mesmo com o governo capengando já nos dois últimos anos do primeiro mandato. Por mais que a crise econômica de 2015 viesse a explodir, com qualquer um que estivesse ocupando o Planalto, é inegável que um presidente com maior habilidade política conseguiria contornar as dificuldades, conversar com o Congresso Nacional e com diversos setores da sociedade, e buscar um pacto pela recuperação da economia. Foi tudo o que Dilma Rousseff não conseguiu fazer em seu curto segundo mandato, e o resultado concreto e personificado de seu insucesso negocial chama-se Eduardo Cunha.

O fator Lava-Jato também pesou para a derrocada do governo petista, embora muitos analistas acreditem que, se a economia estivesse bem, o maior escândalo de corrupção da Nova República teria pouco peso na opinião pública. Aconteceria algo semelhante ao auge do escândalo do Mensalão, em 2005, quando tudo fazia crer que Lula sucumbiria à desgraça pública. Os bons resultados da economia naquela década salvaram o ex-presidente da degola.

Em grande parte, Dilma colheu, merecidamente, o resultado do clima de animosidade herdado da eleição de 2014, onde o PT jogou muito sujo na campanha de desconstrução das imagens de Marina Silva e Aécio Neves, os principais adversários eleitorais de Dilma. Também houve decepção entre os próprios eleitores de Dilma, ao verem que boa parte das promessas da campanha da reeleição foram acintosamente descumpridas já nas primeiras semanas do segundo mandato. Enfim, Dilma conseguiu desagradar a muitos, em pouquíssimo tempo, e não era de se espantar que os movimentos de rua pedindo a sua saída crescessem de maneira tão orgânica, a partir do primeiro “panelaço” no já longínquo 8 de março de 2015.

Pessoalmente, eu não subestimo o poder de mobilização do PT e dos movimentos ligados à esquerda brasileira. Não haverá trégua ao governo Michel Temer e ainda há a possibilidade, remota, de o Senado inocentar Dilma Rousseff. Seria, talvez, a maior vitória da ex-guerrilheira, que sobreviveu às torturas no regime militar e que vive agora as torturas da política civil brasileira.

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O maior inimigo do PT é o próprio PT

Desde sua fundação, o pior inimigo do PT é o próprio PT, por mais que eles tentem culpar a oposição, a direita e as “zelites”. Há, como sempre, uma guerra fratricida dentro do próprio PT – Lula X Dilma X Dirceu X Cardozo X Delcídio X Wagner X Mercadante X etc., etc… E essa autofagia pode ruir de vez com o partido que polariza ódios e amores na política brasileira.

Parece-me claro que Delcídio do Amaral implicou Lula e Dilma na Lava-Jato para se vingar por ter sido abandonado pelo PT e pelo Planalto após sua prisão – prisão esta supostamente provocada por uma operação mal-sucedida de cooptação do Nestor Cerveró, arquitetada por Lula.

A vingança se concretiza, simbolicamente, no Lula sendo levado coercitivamente para depor na Polícia Federal. O palco está armado para as manifestações do próximo dia 13 e a tendência é o circo pegar fogo de vez.

Ainda há uma (remota) chance do Lula sair de vítima dessa história e virar o jogo. Mas, se a eleição presidencial vier a ser antecipada, com Dilma saindo do Planalto ainda este ano, o calor dos eventos da Lava-Jato praticamente aniquila as chances eleitorais do PT. Este ano, até agora, está sendo um dos mais quentes da história republicana. Aguardemos o que ainda vem por aí.

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Dez novidades do Facebook para 2016

O Facebook está se preparando para lançar várias novidades ainda este ano. Eis um pequeno resumo preparado pelo Luciano Larrossa:

1) Transmissões ao vivo para qualquer pessoa – A partir de 2016 o Facebook vai dar a possibilidade de qualquer usuário fazer uma transmissão ao vivo.

2) Recomendações do Facebook – O Facebook vai implementar uma funcionalidade que permite ao usuário pesquisar pelos melhores negócios locais. Muito similar ao Yelp.

3) Facebook at Work – Esta é uma solução empresarial que permite que qualquer empresa utilize todos os recursos do Facebook (Messenger, ligações, etc) num ambiente fechado. Muito similar ao Slack.

4) Busca melhorada – O Facebook já deixou bem claro que pretende entrar no mercado das buscas para concorrer diretamente com Google e Bing e para isso ele vai melhorar cada vez mais a sua busca, tanto para publicações de usuários como para publicações de páginas.

5) Integração com o Uber no Messenger – Esta novidade já está a ser lançada nos Estados Unidos e em breve ficará disponível em outros países. A partir do Messenger já será possível requisitar um carro usando o Uber como intermediário.

6) Shooping tab – As páginas passarão a ter uma tab onde os usuários poderão conferir os produtos e fazer compras.

7) Instant Articles – Já está disponível para algumas das maiores mídias, sendo que a partir de agora elas podem publicar os seus artigos diretamente no Facebook.

8) Melhoria nos eventos – A partir de 2016 os eventos vão inserir novas funcionalidades tais como a possibilidade de adicionar o evento ao calendário, vender ingressos ou até mesmo fazer check-in no próprio evento.

9) Botão para doação – Algumas fundações sem fins lucrativos vão ter oportunidade de angariar verba para as suas iniciativas através do Facebook.

10) Music Stories – Os usuários vão ter possibilidade de escutarem 30 segundos de uma música diretamente no News Feed. Depois, se quiserem comprar a música ou escutá-la durante mais tempo, podem clicar diretamente no link e ir até à Apple Music, Spotify, Deezer ou qualquer outro serviço de streaming.

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O provável fim do limite de 140 caracteres no Twitter

Usuários de redes sociais especulam sobre uma possível mudança radical no Twitter, cujo limite de caracteres em cada postagem passaria de 140 para 10 mil.

O famoso limite de 140 caracteres do Twitter foi estabelecido, na década passada, porque era o limite de caracteres de uma mensagem enviada por SMS. Poucos lembram, mas o Twitter surgiu como uma rede de “microblogging”, ou blog de textos curtos, que podiam ser enviados por mensagem SMS de celular.

Como o mundo evoluiu, SMS é coisa do passado (vide o sucesso do WhatsApp). Manter o limite de 140 caracteres no Twitter, na minha opinião, é algo totalmente anacrônico e sem sentido.

Eu não acredito que o Twitter vai perder o seu sentido de existir com o eventual fim do limite de 140 caracteres, como alguns internautas vêm proclamando. O Twitter, com todos seus defeitos, sempre foi mais focado em ideias do que em pessoas, ao contrário do Facebook, que se tornou uma “ilha de Caras”, uma revista de fofocas virtual onde todo mundo fica sabendo da vida dos outros. Muita gente odeia o Facebook, mas se mantém ativa no Twitter. Acredito que essas pessoas vão continuar usando aquela rede, mesmo com a mudança radical que poderá sofrer nas próximas semanas.

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