#VotoConsciente

Nesta quinta-feira, 29 de setembro, rola o tuitaço #VotoConsciente, uma parceria entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério Público Federal para divulgar informações sobre a votação, a apuração e a fiscalização por parte dos cidadãos e eleitores.

Como influenciadores no Twitter, teremos a oportunidade de promover o debate sobre a importância do voto consciente nas Eleições Municipais de 2016.

O objetivo do “tuitaço” não é atacar nem defender determinado partido ou candidato, mas levar ao eleitor informações de utilidade pública: mensagens de cidadania, quais os canais de denúncia de crimes eleitorais e disseminação da ideia do voto consciente para a escolha de prefeitos e vereadores.

O tuitaço começa a partir das 17 horas de quinta-feira (horário de Brasília). Participe!

Alexandre Sena Show #15 – Falta de inovação na Apple?

CuboASShow

No ar, a décima quinta edição Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este episódio no player acima ou baixando o link do arquivo no final deste post.

Neste programa, mais curto, comento sobre o lançamento do iPhone 7, cuja falta de frisson evidencia a dificuldade da Apple em surpreender o público com inovações, como ocorria na década passada. Explico por que o marketing em cima da fusão entre conteúdo e interface, usado pela Apple e outras fabricantes de smartphones, já não funciona mais, uma vez que o próprio conceito de interface está em risco, na era da Internet das coisas e da computação nas nuvens.

Também comento muito rapidamente sobre a cassação do mandato do deputado federal Eduardo Cunha, um dos principais players no processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

As atrações musicais deste episódio são: Mike Perry e Shy Martin, com The Ocean; e TIEKS e Dan Harkhna, com Sunshine.

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Alexandre Sena Show #14 – As últimas da política

CuboASShow

No ar, mais um episódio do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir esta edição no player acima ou baixando o link do arquivo no final deste post.

Política volta a ser assunto do podcast. Nesta edição, comento sobre assuntos que ocupam o noticiário nos últimos dias: o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado; os novos lances da Operação Lava-Jato, com o indiciamento de Lula e o embate entre o STF e a Procuradoria-Geral da República; e, finalmente, as eleições municipais, com os primeiros lances da corrida às prefeituras das duas maiores cidades do Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro.

No Giro pelos Podcasts, você ouve trechos do Simples Vinho, do MacMagazine no Ar e do Papo Produtivo – três boas indicações de podcasts para você conhecer e acompanhar.

As atrações musicais deste episódio são: Ellie Goulding, com Still Falling for You, e o duo Martin Garrix e Bebe Rexha, com In The Name of Love.

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Domingo tem podcast!

Neste domingo, 28 de agosto, vai ao ar mais uma edição do Alexandre Sena Show. Voltarei a falar de política: o julgamento de Dilma Rousseff no Senado, as polêmicas em torno da Operação Lava-Jato e as eleições municipais. Não perca!

Alexandre Sena Show #09 – Facebook e campanhas eleitorais

AgendaFacebook

No ar, a nona edição do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este episódio no player acima ou baixando o link no final deste post.

Neste programa, comento muito rapidamente sobre um evento realizado em Brasília na semana passada, do qual participei, que tratou do uso das ferramentas do Facebook nas campanhas eleitorais (assista ao vídeo com a íntegra da palestra no Facebook). Falo sobre a principal tendência na qual a rede de Mark Zuckerberg aposta para o marketing político: a transmissão de comícios e eventos políticos pelo Facebook Live, novo serviço que concorre com o Hangout, do Google, e o Periscope, do Twitter (ouça trecho desse assunto no SoundCloud.)

No Giro pelos Podcasts, destaco os últimos episódios do PodSemFio, do TambaCast e do Laços Podcast. Você vai poder ouvir trechos desses programas para conhecer e, se gostar, passar a acompanhar.

Esta edição traz atrações musicais bem variadas. Atendendo a pedido de um ouvinte, trago um clássico do Sonic Youth nesta edição: Teen Age Riot. A jovem paraense Natália Matos, um dos novos nomes da música brasileira, aparece aqui com Você Me Ama, Mas. E o DJ Paul Oakenfold encerra o episódio com a novíssima U Are.

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Alexandre Sena Show #07 – Segredos da Mega-Sena

CuboASShow

No ar, a sétima edição do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir esta edição no player acima ou baixando o link no final deste post.

Neste episódio, apresento dicas de otimização para apostas da Mega-Sena (que também servem para apostas na Dupla Sena e na Quina). Você vai aprender que é possível fazer combinações de grupos de dezenas, fazendo várias apostas simples de 6 dezenas (que custam menos), com possibilidades de acerto maiores que as apostas combinadas de 7 a 15 dezenas (mais caras). Ouça trecho sobre esse assunto no SoundCloud.

As dicas foram extraídas do livro 12 Segredos da Mega-Sena, que pode ser adquirido, tanto em formato impresso como em e-book, no site da editora FGV.

Volto a falar de política neste podcast. O afastamento da presidente Dilma Rousseff e os desafios do novo governo Michel Temer também são temas deste episódio. Comento sobre a composição do ministério, que representa a mais forte guinada à direita na política brasileira desde 1964. Ouça trecho sobre esse assunto no SoundCloud.

Três podcasts bem diferentes são recomendados na seção Giro pelos Podcasts: o LoggadoCast, o 4X15 e o BichasNerd. Você vai poder ouvir trechos das últimas edições desses podcasts, para conhecê-los e, se gostar, acompanhá-los.

Dois temas musicais de filmes são apresentados nesta edição: Just Like Fire, com Pink, tema de Alice Através do Espelho; e Brisa Fria, com o trio Black Alien, Paulo Miklos e Don L, tema de O Escaravelho do Diabo. Outra atração musical é The Thrillseekers, com o “clássico” trance Synaesthesia, na versão editada por Chris Metcalfe.

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Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 40,6 MB, 44m04s)

Tchau, querida!

O que esperar de um gestor de temperamento difícil, que se indispõe com meio mundo, cria inimigos em tudo quanto é canto, age despoticamente, não ouve conselhos de assessores e nunca reconhece seus próprios erros?

Em qualquer empresa ou organização, esse tipo de líder só permanece no poder se for bom, mas muito bom de serviço. Ainda assim, certamente não vai ser das pessoas mais queridas e admiradas entre seus pares.

E quando além de cabeça-dura, é ruim de serviço? É lógico que uma pessoa assim não dura muito tempo no poder, até por questão de auto-sobrevivência da empresa ou organização. Maus gestores podem levar uma empresa à falência. Maus gestores com temperamento difícil podem, também, levar os colaboradores e subordinados à loucura.

É com essa analogia, aparentemente simplista, mas muito eficaz, que devemos analisar o ocaso de Dilma Rousseff. Não há por que nos prendermos a subjetivismos quanto ao temperamento peculiar da (ainda) mandatária do Planalto. Sejamos objetivos: o governo dela foi ruim. Uma administração ruinosa, que acabou com o legado positivo de 16 anos dos mandatos de FHC e Lula. E que acabou com a reputação deste último, que saiu do governo aclamado nacional e internacionalmente, mas hoje frequenta mais o noticiário policial do que o político.

Não há como deixar de creditar a Lula grande parte do engodo que foi a administração Rousseff. Foi ele, lá em 2010, que vendeu aos eleitores a imagem de “gerentona” competente daquela mulher que nunca disputou um cargo eletivo sequer. Cansados das mesmices eleitoreiras, boa parte da população embarcou na ideia da “novidade”: uma pessoa que nunca seguiu carreira política estaria supostamente descontaminada das mazelas éticas que permeiam o ambiente político. E o que era melhor: com o “carimbo Lula de qualidade”, num momento em que o então presidente surfava nos mais altos índices de popularidade.

Tecnicamente falando, Dilma Rousseff falhou justamente nas áreas que ela domina mais: além de economista, é especialista em gestão do setor elétrico. Uma série de decisões mal tomadas e um prognóstico errado quanto à queda no preço das commodities brasileiras, causada pela desaceleração da economia da China a partir de 2011, fizeram engrossar o caldo da crise. A equipe econômica de Dilma apostou que a debacle das commodities era passageira e danou a lançar medidas de estímulo ao consumo, com redução de taxas de juros e isenções diversas. Com um viés “desenvolvimentista” um tanto démodé, o governo Dilma se assemelhou muito ao do ex-presidente militar Ernesto Geisel, apostando em grandes obras tocadas pelo Estado como elemento propulsor do desenvolvimento econômico. Uma vez que a China não recuperou o ritmo de sua economia, causando uma desaceleração econômica em quase todo o mundo, as medidas adotadas no Brasil foram se tornando cada vez mais insustentáveis. Somaram-se a isso medidas populistas de contenção dos preços dos combustíveis e das tarifas de energia elétrica, entre 2012 e 2014, aumentando o déficit das finanças públicas. Por conta dessas irresponsabilidades, o país viria a pagar uma conta muito salgada a partir de 2015.

Com alta nos preços nos supermercados, aumento inesperado de tarifas públicas, obras de mobilidade urbana prometidas e não entregues, além dos já tradicionais escândalos de corrupção, a população explodiu em fúria às vésperas da Copa das Confederações, em 2013. Foi ali que o governo Dilma Rousseff começou a ruir, embora muitos analistas, por mais que se esforçassem, não conseguiram ter a percepção exata de até onde a crise de confiança da população no governo e nos políticos iria chegar. Quem seriam os alvos? A direita? A esquerda? Alguém se salvaria?

Politicamente, o erro capital do PT foi ter apostado num segundo mandato de Dilma Rousseff, mesmo com o governo capengando já nos dois últimos anos do primeiro mandato. Por mais que a crise econômica de 2015 viesse a explodir, com qualquer um que estivesse ocupando o Planalto, é inegável que um presidente com maior habilidade política conseguiria contornar as dificuldades, conversar com o Congresso Nacional e com diversos setores da sociedade, e buscar um pacto pela recuperação da economia. Foi tudo o que Dilma Rousseff não conseguiu fazer em seu curto segundo mandato, e o resultado concreto e personificado de seu insucesso negocial chama-se Eduardo Cunha.

O fator Lava-Jato também pesou para a derrocada do governo petista, embora muitos analistas acreditem que, se a economia estivesse bem, o maior escândalo de corrupção da Nova República teria pouco peso na opinião pública. Aconteceria algo semelhante ao auge do escândalo do Mensalão, em 2005, quando tudo fazia crer que Lula sucumbiria à desgraça pública. Os bons resultados da economia naquela década salvaram o ex-presidente da degola.

Em grande parte, Dilma colheu, merecidamente, o resultado do clima de animosidade herdado da eleição de 2014, onde o PT jogou muito sujo na campanha de desconstrução das imagens de Marina Silva e Aécio Neves, os principais adversários eleitorais de Dilma. Também houve decepção entre os próprios eleitores de Dilma, ao verem que boa parte das promessas da campanha da reeleição foram acintosamente descumpridas já nas primeiras semanas do segundo mandato. Enfim, Dilma conseguiu desagradar a muitos, em pouquíssimo tempo, e não era de se espantar que os movimentos de rua pedindo a sua saída crescessem de maneira tão orgânica, a partir do primeiro “panelaço” no já longínquo 8 de março de 2015.

Pessoalmente, eu não subestimo o poder de mobilização do PT e dos movimentos ligados à esquerda brasileira. Não haverá trégua ao governo Michel Temer e ainda há a possibilidade, remota, de o Senado inocentar Dilma Rousseff. Seria, talvez, a maior vitória da ex-guerrilheira, que sobreviveu às torturas no regime militar e que vive agora as torturas da política civil brasileira.

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Alexandre Sena Show #05 – Impeachment

CuboASShow

No ar, a quinta edição do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este episódio no player acima ou baixando o link no final deste post.

Chegamos à semana decisiva para a presidente Dilma Rousseff, com a deliberação sobre a admissibilidade do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados. Relembro os acontecimentos nos dias que precederam à votação e explico por que a piora na economia, e não as investigações da Lava-Jato, se tornou o principal vetor da queda do governo petista (ouça um trecho desse assunto no SoundCloud).

No Giro Pelos Podcasts, apresento trecho das edições mais recentes dos podcasts NBW, Plataforma Cast e Sabre na Noz.

Na parte musical, você curte três ritmos eletrônicos bem distintos: o trance de Chicane, com Fibergrass; o electro house de Galantis, com No Money; e o trap de Chainsmokers, com Roses.

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Nesta sexta tem podcast!

Vai ao ar nesta sexta-feira a edição 5 do Alexandre Sena Show. O tema, claro, é o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a expectativa com a votação na Câmara dos Deputados. Não percam!