Alexandre Sena Show #42 – Greve dos caminhoneiros



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No ar, a edição 42 do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este programa no player acima ou baixando o arquivo no link no final deste post.

Neste episódio, falo do movimento dos caminhoneiros que provocou um verdadeiro caos de norte a sul do Brasil neste fim de maio. Explico por que a paralisação esfacelou o pouco que restava do governo Temer; comento sobre os problemas de desabastecimento em postos de gasolina e supermercados; falo ainda sobre a suposta conivência dos donos de transportadoras e a suspeita de locaute. E, finalmente, sobre o cenário ideal para as ideias extremistas de Jair Bolsonaro, que foi montado com essa greve histórica.

Também nesta edição, na sequência da série sobre design instrucional, falo bastante sobre a fase de desenvolvimento de cursos em EaD, dentro do modelo ADDIE: as diferenças na produção de cursos autoinstrucionais e colaborativos; os recursos de interatividade; os objetos de aprendizagem; a avaliação da aprendizagem; a revisão e a validação dos conteúdos produzidos.

Ainda neste programa, comento sobre o Ouvindo Capivaras, evento que vai reunir produtores e entusiastas do podcasting em Curitiba, e sobre o lançamento da edição 2018 da PodPesquisa.

No Giro Pelos Podcasts, você ouve trechos de edições recentes do Café Brasil, do Clube da Música Autoral e do Sons da Gruta.

Na parte musical, você curte Ginga, o som da jovem cantora carioca IZA, com participação do rapper paulistano Rincón Sapiência.

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Ouça as músicas incidentais do podcast no YouTube:

The Wiz Live! – Prologue
The Wiz Live! – Tornado
Coldplay – Talk (Junkie XL Remix)
Heitor Villa-Lobos – O Trenzinho do Caipira
Robson Jorge & Lincoln Olivetti – Prêt à Porter
Robson Jorge & Lincoln Olivetti – Squash
Big Time Fresh – Check It Out
Dschinghis Khan – Moskau
Bimbo Jet – El Bimbo (no podcast, é executada outra versão, com Gustavo Silva, não disponível no YouTube)

Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 40,1 MB, 43m28s)


Alexandre Sena Show #41 – Ódio nas redes



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Bem-vindo a mais uma edição do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este programa no player acima ou baixando o arquivo no link no final deste post.

De parque encantado de nerds e geeks antenados com tecnologia e bem intencionados, as redes sociais se transformaram num espaço sem controle, onde boas e más práticas convivem juntas. A proliferação do ódio nas redes sociais é tema desta edição. A partir de uma situação virtual desagradável que vivenciei com o ataque de uma feminazi, explico por que tenho tido uma visão mais crítica das redes sociais nos últimos tempos, tendo inclusive decidido me afastar temporariamente do Facebook.

Também neste episódio, dando sequência à série sobre design instrucional, falo da fase de design, dentro do modelo ADDIE. Você vai aprender sobre os nove passos para aprendizagem; a importância do plano de ensino e da matriz DI; a seleção de conteúdo; o Storyboard; os roteiros para videoaulas e podcasts educacionais.

No Giro Pelos Podcasts, você ouve trechos de edições recentes do Mamilos, do NBW e do Corpinho Na Praia.

Na parte musical, você ouve o som de Netta. A canção Toy foi a grande vencedora da edição 2018 do Festival Eurovisão da Canção (Eurovision Song Contest).

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Coldplay – Talk (Junkie XL Remix)
The Wiz Live! – Prologue
The Wiz Live! – Tornado
Robson Jorge & Lincoln Olivetti – Squash
Robson Jorge & Lincoln Olivetti – Prêt à Porter
Big Time Fresh – Check It Out
Bimbo Jet – El Bimbo (no podcast, é executada outra versão, com Gustavo Silva, não disponível no YouTube)

Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 28,8 MB, 31m08s)


Alexandre Sena Show #36 – Intervenção federal



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Seja bem-vindo à temporada 2018 do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este episódio no player acima ou baixando o arquivo no link no final deste post.

A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é o tema principal desta edição. Explico por que a ousada iniciativa do governo Michel Temer não passa de uma cortina de fumaça, implementada de forma atabalhoada e oportunista para tirar a reforma da Previdência e colocar a questão da segurança pública na pauta nacional, com objetivos eleitoreiros. Falo sobre o desgaste que os recentes episódios de violência causaram em políticos fluminenses, como Luiz Fernando Pezão e Marcelo Crivella; e como o novo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, pode tornar-se o homem-forte do governo Temer.

Você também vai poder ouvir, neste podcast, a contundente opinião da professora Jaqueline Muniz, da Universidade Federal Fluminense (UFF), ferrenha crítica da intervenção federal, em recente entrevista ao canal de notícias GloboNews.

Também neste programa, comento sobre algumas questões pessoais, como a minha guinada na carreira rumo a área de Ensino a Distância.

No quadro Giro Pelos Podcasts, você ouve trechos do NBW, do CabulosoCast e do CoutoCast.

Dois jovens talentos femininos da nossa MPB marcam a parte musical desta edição: Tiê, com Amuleto, e Grazzi Brasil, com a versão acústica de Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão, enredo da Unidos do Tuiuti, que marcou o carnaval carioca deste ano.

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The Wiz Live! – Prologue
The Wiz Live! – Tornado
Big Time Fresh – Check It Out
Robson Jorge & Lincoln Olivetti – Prêt à Porter
Heitor Villa-Lobos – O Trenzinho do Caipira
Bimbo Jet – El Bimbo (no podcast, é executada outra versão, com Gustavo Silva, não disponível no YouTube)

Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 33,9 MB, 36m51s)


Alexandre Sena Show #33 – #ÉCoisaDePreto



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No ar, mais um episódio do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir esta edição no player acima ou baixando o arquivo pelo link no final deste post.

O escândalo envolvendo o jornalista William Waack, a partir do vazamento de um vídeo de bastidor onde ele faz piada de cunho racista, é o tema principal deste episódio. Falo sobre a impressionante repercussão desse vídeo nas redes sociais e explico por que nos tempos de hoje a punição a celebridades envolvidas em polêmicas desse naipe é quase instantânea.

No Walking Sena, o assunto é futebol. Falo sobre a surpreendente desclassificação da Itália nas Eliminatórias da Copa 2018. Apresento meus prognósticos para o certame na Rússia e ainda comento rapidamente sobre a reta final do Campeonato Brasileiro deste ano.

No Giro Pelos Podcasts, você confere trechos do Não Ouvo, do Olhares Podcast e do Guten Morgen.

Duas jovens cantoras que fazem sucesso no pop internacional do momento são as atrações musicais deste programa: Camila Cabello, com Havana, e Dua Lipa, com New Rules.

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Ouça na íntegra os temas incidentais desta temporada nesta playlist exclusiva no Spotify.

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Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 27 MB, 29m20s)


Alexandre Sena Show #32 – Bullying



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No ar, mais uma edição do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir este programa no player acima ou baixando o arquivo pelo link no final deste post.

Neste episódio, falo sobre a questão do bullying nas escolas, tema que voltou à tona após o lamentável episódio em um colégio de Goiânia, onde um estudante que era alvo de chacotas matou dois colegas a tiros. Reproduzo o texto de Fabrício Carpinejar (íntegra aqui), no qual ele aborda essa questão com muita propriedade.

No Giro Pelos Podcasts, eu apresento trechos de edições recentes do Contador de Histórias, do Formato PDF e do Concurcast, três ótimos podcasts de temáticas bem distintas.

Na parte musical, você curte Symphony, com Clean Bandit e Zara Larsson, e Passionfruit, com Drake.

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Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 20 MB, 21m34s)


Alexandre Sena Show #31 – Polêmica nos museus



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No ar, mais um episódio do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir esta edição no player acima ou baixando o link do arquivo no final deste post.

Neste programa, comento sobre a reação conservadora a duas mostras recentes em museus brasileiros: a exposição Queermuseu, no Santander Cultural de Porto Alegre, e a performance La Bête, do artista Wagner Schwartz, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). Explico o papel do Movimento Brasil Livre (MBL) nesses atos e o apoio de políticos conservadores às manifestações. E comento sobre a reação de movimentos de artistas, LGBTs e de grupos de esquerda, em especial nas redes sociais.

Leia o post de Caroline Arcari sobre o caso do MAM.

Também trago algumas notícias curiosas, dentro do quadro Fatos Bizarros, a saber:

Avião precisa ser evacuado após pum de passageiro

Peppa Pig e Galinha Pintadinha brigam em rua de Caldas Novas

Decoração de Halloween faz moradores chamarem a polícia

Mulher erra tradução e compra passagem em nome de “Amorzão” e “Princesona”

Foto com um pé na pia do banheiro vira moda no Instagram

No Giro Pelos Podcasts, você confere trechos do CG Cast, do Bluezinada e do Davecast.

Ainda neste episódio você ouve os sons de Fernanda Takai, com I Don’t Want to Talk About It, Rag’n’Bone Man, com Human, e Harry Styles, com Sign of Times.

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Baixe a íntegra deste episódio (formato MP3, 29 MB, 31m17s)


Textão para pensar

O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.

Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.

Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.

E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.

Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: há uma carreira sólida? Há imóveis quitados? Há aplicações no banco? Há reconhecimento no meio de trabalho? Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.

E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?

Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevolei.

Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?

Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?

Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem?

Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?

Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas felizes? Será que sucesso é ter dinheiro sobrando e tempo faltando ou dinheiro curto e cerveja gelada? Apartamento fantástico e colesterol alto ou casinha alugada e horta na janela? Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?

Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo.

Por Ruth Manus

Mensagem pelos sírios em Aleppo

Textão circulando no Facebook…

Fale sobre Aleppo. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano? Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS. Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante. Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos. A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio. Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados! Fale sobre Aleppo, por favor.

COPIE E COLE!!
#prayforAleppo 🙏🏼😔🇸🇾
Por: Hanan Amin Alkaram

Alexandre Sena Show #08 – #EstuproNãoÉCulpaDaVítima

CuboASShow

No ar, o oitavo episódio do Alexandre Sena Show! Você pode ouvir esta edição no player acima ou baixando o link no final deste post.

Esta edição destaca o lamentável caso do estupro coletivo em uma favela carioca, onde uma jovem foi violentada por mais de 30 homens. Esse incidente se junta a dois outros casos de estupro coletivo que ocorreram no Piauí e expõe ao mundo a triste cultura do estupro ainda vigente no Brasil. Falo sobre a polêmica que incendiou as redes sociais e mobilizou ativistas em prol dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero (ouça trecho sobre esse assunto no SoundCloud).

Também neste episódio, falo sobre as mudanças no Twitter, que flexibilizou as regras para contagem dos 140 caracteres como limite de uma postagem. Explico que essa mudança é uma importante cartada da companhia na tentativa de tornar a rede social mais amigável e intuitiva, e de reverter a estagnação em sua base de usuários (Ouça trecho sobre esse assunto no SoundCloud).

No Giro pelos Podcasts, você vai poder ouvir trechos dos últimos episódios de A Conversação, Projeto X e 70 Escutar, três podcasts muito bacanas para você conhecer e acompanhar.

Calvin Harris e Rihanna, com This is What You Came For e mais gnash (com G minúsculo mesmo) e Olivia O’Brien, com I Hate You, I Love You, são as atrações músicais desta oitava edição.

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Mais um podcast na segunda-feira!

Vai ao ar nesta segunda-feira, 30 de maio, a edição 8 do Alexandre Sena Show. Falarei sobre o episódio de estupro coletivo ocorrido numa favela do Rio de Janeiro e as reações nas redes sociais e na opinião pública internacional.

Ainda nesse oitavo episódio, também vou comentar sobre as recentes mudanças no Twitter.

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